Células Tronco

Janeiro 2, 2009

Mudança de endereço

Arquivado em: 1 — Milton Artur Ruiz @ 9:07 pm

Apesar de se rum blog recente, já mudamos e estamos com um novo endereço: http://www.celulastronco.org.

Dezembro 12, 2008

Marca passo e Células tronco na Insuficiência Cardíaca

Arquivado em: Medicina — Milton Artur Ruiz @ 7:32 pm

Pacientes que apresentam insuficiência cardíaca em que o coração aumenta de tamanho desproporcionalmente e apresenta áreas de fibrose substituindo o tecido normal do coração tem a necessidade de implante de equipamentos tipo marcapasso ou ressincronizadores. Isto se faz para que os batimentos cardíacos sejam ordenados ou organizados e assim o coração destes pacientes voltem a funcionar melhor no desempenho de suas funções intrínsecas e no envio de sangue para todo o organismo. Porém o procedimento às vezes não é plenamente bem sucedido e isto se deve as lesões e a falta de músculo sadio do coração.

Em decorrência disto Greco OT e colaboradores delinearam um estudo para estes pacientes graves em que se implanta comumente o marca passo, associando a aplicação no músculo cardíaco de células tronco do próprio paciente.  

Este estudo que está recrutando pacientes, está descrito na plataforma de registro de estudos clínicos do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos,  www.clinicaltrials.gov, NCT00800657, e pode ser conferido em sua plenitude, e faz parte do conjunto de projetos em desenvolvimento pelo Grupo de Terapia celular do Instituto de Moléstias Cardiovasculares de SJ do Rio Preto, de S. Paulo –Brasil.

Vale à pena conferir   

Dezembro 10, 2008

Cardiomiocito derivado de cultura de Célula tronco embrionária

Arquivado em: Comentários — Milton Artur Ruiz @ 2:06 am

 

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Imagem de cultura de celula tronco  derivados para cardiomiocitos.

Dezembro 9, 2008

Terapia celular na Diabete do tipo 1

Arquivado em: Doenças — Milton Artur Ruiz @ 9:40 pm

A diabete do tipo 1 é uma doença de aparecimento rápido e decorre da destruição de células beta produtoras de insulina que estão nas ilhotas de Langerhans do pâncreas, o que faz com que o paciente fique deficiente de insulina e assim não controla sua taxa de glicose do sangue.  Isto leva a problemas sérios podendo inclusive ocorrer o óbito nestes pacientes que são em sua maioria crianças e jovens em sua grande maioria. Várias causas para a doença tem sido aventadas como fatores ambientais genéticos e acredita-se que exista um mecanismo de formação de auto anticorpos e que o mesmo é o responsável pelo aparecimento deste tipo de diabete. Assim se ocorrer uma parada deste mecanismo, de forma precoce e rápida, para se evitar que todas as células sejam destruídas o paciente poderá ficar livre do uso de tratamento com insulina. A terapia celular neste caso é o Transplante de Células tronco Hematopoiética, Autólogo, com células tronco colhidas do próprio paciente que são guardadas para posterior devolução para reconstituir o sangue e a imunidade normal. Assim seria o tratamento, que é do conhecimento dos transplantadores de Células tronco e que tratam desta forma doenças como Linfomas, Mieloma múltiplo e Leucemias. Esta á base do trabalho de Voltarelli JC e colaboradores que pode ser encontrada na Revista da Associação Médica Americana (www.jama.com) de 2007, volume 297, nas páginas de 1568 a 1576. Vale à pena conferir os resultados que são promissores, pois os pacientes deixaram de tomar insulina e encontram-se levando vida normal. Estão curados? Vale à pena conferir este estudo brasileiro.

Milton Artur Ruiz        

Dezembro 7, 2008

Edward Donnall Thomas

Arquivado em: Premio Nobel — Milton Artur Ruiz @ 1:18 am

(1920 -

Hematologista, americano  nascido em Mart, Texas, pesquisador do Fred Hutchinson Cancer Research Center, Seattle, WA, co-vencedor do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1990), juntamente com o cirurgião estadunidense, Joseph Edward Murray, do Brigham and Women’s Hospital, Boston, MA, por seus estudos sobre o transplante de órgãos e células no tratamento de doenças humanas. Filho do Dr. Edward E. Thomas (1870-) um M. D. da University of Louisville, Kentucky, foi educado em escolas do Texas até entrar para a University of Texas. em Austin (1937). Obteve o B. A. (1941) e o M. A. (1943). Casado com Dorothy Martin, o casal teve 3 crianças, Don Jr., médico em Montana, Jeffrey, comerciante em Seattle, e Elaine, fellow em doenças infecciosas na University of Washington. Entrou para a Harvard Medical School (1943) e recebeu o M. D. (1946) e passou mais um ano pesquisando em hematologia com o Dr.Clement Finch. Trabalhou no Massachusetts Institute of Technology como médico residente, e chefe da residência médica do Peter Bent Brigham Hospital in Boston. A convite do Dr. Joseph Ferrebee foi trabalhar no Mary Imogene Basset Hospital in Cooperstown, NY (1955), filiado à Columbia University, onde iniciou suas pesquisas com transplantes de medula em humanos e cães. Mudou-se para Seattle (1963) a convite do Dr. Robert Williams, um famoso endocrinologista e primeiro chairman do Department of Medicine at the University of Washington, para integrar um programa de pesquisas no Seattle Public Health Hospital. Sua equipe mudou-se (1975) para o Fred Hutchinson Cancer Research Center, em troca de melhores condições de pesquisa sobre transplantes de medula, passando também a trabalhar em cooperação com o Swedish Hospital Medical Center.

Jean-Baptiste-Gabriel-Joachim Dausset

Arquivado em: Premio Nobel — Milton Artur Ruiz @ 1:14 am

(1915 -

Hematologista e imunologista francês nascido em Toulouse, para onde sua mãe tinha sido enviada com seus três filhos durante a I Guerra pelo seu pai, que durante a II Guerra Mundial desenvolveu o interesse em hematologia, notadamente no ramo das transfusões e um dos vencedores do Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina (1980) quando era pesquisador da  Université de Paris, Laboratoire Immuno-Hématologie, Paris, França. Filho de um médico militar francês e pioneiro da reumatologia na França, Henri Dausset, foi educado em Biarritz até a escola secundária e aos 11 sua família mudou-se permanentemente para Paris. Completou sua formação secundária no Lycée Michelet, onde obteve o bacharelado em matemática. Lutou na Segunda Guerra Mundial e depois da guerra (1944) reassumiu seus estudos médicos antes interrompidos (1939) e passou a se dedicou às forças da resistência francesa (1940) e formou-se em medicina aos 29 anos pela Universidade de Paris e dedicou-se especialmente à imunohematoloia. Depois de uma carreira de sucesso como pesquisador e escreveu mais de 300 artigos. Dividiu igualmente o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina (1980), com o venezuelano Baruj Benacerraf, da Harvard Medical School, Boston, Massachusetts, e o estadunidense George D. Snell, do Jackson Laboratory, Bar Harbor, Maine, por descobertas sobre a relação da estrutura celular dos órgãos transplantados e as doenças.  Casou-se (1963) com a espanhola Rose Mayoral, com quem teve um casal de filhos, Henri e Irène, e assumiu a cadeira de medicina experimental do  Collège de France (1977). Professor Honoris Causa de várias universidades, membro de muitas academias e detentor de outros prêmios além do Nobel, como a Médaille d’Argent du Centre National de la Recherche Scientifique (1967) e o Wolf Foundation Prize de Israel (1978).

Peter Brian Medawar

Arquivado em: Premio Nobel — Milton Artur Ruiz @ 1:10 am

 (1915 – 1987)

Biólogo brasileiro nascido na cidade do Rio de Janeiro, DF, e naturalizado britânico, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia (1960) e cavaleiro (1965). Filho de mãe britânica e de um comerciante libanês com cidadania britânica, estudou no Marlborough College (1928-1932) e a seguir, no Magdalen College, Oxford, onde se bacharelou em zoologia, orientado pelo professor J. Z. Young. Trabalhou no Sir Howard Florey’s School of Pathology, em Oxford, onde se inclinou por pesquisas em biologia para a medicina. Foi nomeado (1935) Christopher Welch Scholar e Senior Demonstrator do Magdalen College. Casou-se (1937) com Jean Shinglewood Taylor, filha de um médico de Cambridge, e o casal teve dois casais de filhos: Charles, Alexander, Caroline e Louise. Fellow do Magdalen College (1938), Oxford, tornou-se Rolleston Prizeman (1942) e Senior Research Fellow e University Demonstrator em zoologia e anatomia comparativa (1944) do St John’s College, Oxford. Depois da guerra mudou-se para Birmingham (1947) onde foi Mason Professor of Zoology da universidade local (1947-1951), período em que passou a desenvolver pesquisas em imunologia pós-transplantes. Mudou-se para Londres (1951) para ser Jodrell Professor of Zoology da University College, deixando a universidade (1962) para dirigir o National Institute for Medical Research, London (1962-1971). Também foi professor de medicina experimental da Royal Institution (1977-1983) e presidiu a Royal Postgraduate Medical School (1981-1987). Dividiu o Nobel com o australiano Sir Frank MacFarlane Burnet do Walter and Eliza Hall Institute for Medical Research, Melbourne, pelas descobertas em tolerância imunológica adquirida. Membro de várias academias científicas americanas e européias, foi Croonian Lecturer (1958) da Royal Society of London, e premiado com a Royal Medal (1959) e o Reith Lecturer da British Broadcasting Corporation (1959) e morreu em Londres. Também foi um prolífico escritor, inclundo publicações como The Uniqueness of the Individual (1957), The Future of Man (1960), The Art of the Soluble (1967), The Hope of Progress (1972), Life Science (1977), Advice to a Young Scientist (1979), Pluto’s Republic (1982) e uma autobiografia: Memoir of a Thinking Radish (1986)..

Karl Landsteiner

Arquivado em: Premio Nobel — Milton Artur Ruiz @ 1:03 am

 (1868-1943)

Imunologista e patologista austríaco nascido em Viena, naturalizado americano, descobridor d grupo sanguíneo ABO e do fator sangüíneo Rh.

 Estudou medicina na Universidade de Viena, onde se graduou (1891). Por mais cinco anos estudou química em várias outras universidades européias. Como um assistente de pesquisa no Instituto Patológico de Viena (1900), descobriu as diferenças básicas dos diversos tipos sangüíneos humanos. Primeiro O, A e B, e um ano mais tarde, AB, criando assim o sistema de classificação sangüínea de Landsteiner ou sistema ABO. Foi professor de patologia na Universidade de Viena (1909-1919). No Rockefeller Institute for Medical Research, em New York City (1922), ele descobriu o fator sangüíneo Rhesus (Rh). Escreveu um livro The Specificity of Serological Reaction, (1936), um texto clássico da ciência da imunoquímica, e morreu em New York. Ganhou o Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia (1930) pela descoberta dos grupos sangüíneos humanos, o que desenvolveu a transfusão de sangue como rotina médica.

Falsas esperanças

Arquivado em: Comentários — Milton Artur Ruiz @ 12:36 am

O jornal Folha de S. Paulo de 06 de dezembro, publica que circula pela internet  a venda de tratamentos com células tronco. Descreve que existem diversos sites, de vários países, com esta finalidade divulgando a venda de serviços milagrosos e alerta para a possibilidade de fraudes eletronicas na venda de kits de tratamento com células tronco para diversas doenças.

Fiquem alertas

Dezembro 6, 2008

Medula Óssea

Arquivado em: Definições — Milton Artur Ruiz @ 9:47 pm

Órgão tecidual existente no interior de todos os ossos constituído de um tecido de sustentação denominado de estroma medular que alberga células- tronco endotelial, mesenquimail e similares a células com potencial embrionário e grande quantidade de tecido adiposo. Tem a função precípua de albergar células precursoras hematopoéticas para a produção e a manutenção constante de todas as células deste setor.    

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