O BNP é um indicador de formação de células cardíacas depois do transplante autólogo de Células Mesenquimais?

fevereiro 7, 2011 1 comentário

As Células Mesenquimais existem em vários locais do organismo, inclusive dentro da medula óssea. Lá existe uma grande fábrica para gerarem células de diversos órgãos. Acredita-se que estas células, as mesenquimais, geram inclusive células do coração os cardiomiócitos além de estimularem células que estejam em hibernação. Vários problemas existem como a difícil identificação das células. Outro aspecto é que o método de aferição existente para os animais é de difícil implantação em humanos, Assim é que para se constatar na prática clínica que isto realmente ocorre (formação de células do coração) após o transplante, existem evidencias de que o emprego do teste do BNP (Brain Natridiuretic Peptide) após o procedimento evidencia que isto está acontecendo.

Milton Artur Ruiz

Distrofia Hereditaria da Retina

fevereiro 7, 2011 1 comentário

A distrofia hereditária da retina é uma doença grave que leva o paciente a cegueira. Afeta uma em cada 3.500 pessoas, e um exemplo dela é a retinose pigmentar. Encontra-se em fase final para publicação no Retina, The Journal of Retinal and Vitreous Diseases o artigo de Siqueira RC  e colaboradores o artigo” Intravitreal Injection of Autologous Bone Marrow Derived Mononuclear Cells for Hereditary Retinal Dystrophy”.

Vale conferir  

Milton Artur Ruiz

III Congresso Pan Amazonico de Hematologia e Hemoterapia

fevereiro 7, 2011 1 comentário

Estão abertas as incrições a partir desta data ( 7 de fevereiro) as inscrições  para o III Congresso PanAmazonico que será realizado na cidade de Belém em 26 de maio de 2011.

O evento organizado pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, abordará diversos temas e a Terapia celular faz parte da programação.

Maiores informações em www.panamazonico.com 

Milton Artur Ruiz

O G-CSF no Acidente Vascular Cerebral

janeiro 21, 2011 1 comentário

Existem várias formas de tratar os problemas neurológicos como o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Considerada a 2a. causa de morte mais frequente as opções de tratamento ainda hoje são consideradas insuficientes. Os pacientes que sobrevivem apresentam sequelas e um grande comprometimento em sua qualidade de vida devido as sequelas, como redução de movimentos alteração na fala e outros problemas que causam trasntorno ao paciente e familiares. Na fase aguda e sub aguda a lesão do cérebro faz com que o organsimo se mobilize e produza substâncias com o objetivo de restaurar a função das células desta parte do cérebro danificada. Assim um opção terapeutica é a utilização do fator estimulador de células granulocitárias (G-CSF) como fator mobilizador de células-tronco endógenas par promover uma melhoria destas células lesadas. Então o princípio da terapia celular no SNC é o de restaurar a função do cérebro humano danificado pelos diversas doenças, restaurando os tipos celulares neurais afetados por novas células ou protegendo as células neurais ainda presentes, interrompendo o processo de perda neuronal e minimizando assim a perda funcional cerebral. Ou seja apressar e melhorar a recuperação do paciente. Este é racional do protocolo de tratamento em AVC que tem sido conduzido pelo grupo de médicos da TCell e da Unidade de Transplante de Células - tronco Hematopoéticas do Hospital Infante D. Henrique da APB de SJ do Rio Preto, SP .

O racional e os estudos realizados podem ser obtidos no site www.scielo.br/rbhh que estão publicados na Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia - Maset AL el al O G- CSF na Terapia do Acidente Vascular Cerebral vol 31, suplemento 1: 104-11

Milton Artur Ruiz

Célula-tronco em crescimento

Crescimento de Células - tronco embrionárias em cultura de fibroblastos

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O G- CSF após o Infarto agudo do miocardio

dezembro 29, 2010 1 comentário

O G-CSF, fator estimulador de colonias granulocitárias, é uma citocina disponibilizada como medicamento para tratamento em situações em que os glóbulos brancos se reduzem e existe então um aumento do risco de infecções. Êle também é utilizado nos transplantes de células tronco hematopoéticos (TCTH) para apressar a recuperação dos neutrófilos ( um tipo de glóbulo branco importante no qual o medicamento atua) ou quando queremos que no sangue periférico aumentem o número dos elementos progenitores para coletá-los e realizarmos o TCTH autólogo. No entanto quando existe uma lesão no coração, como no infarto agudo do miocárdio ou no acidente vascular cerebral isquemico, sabe-se que fisiológicamente a medula óssea passa a responder e a produzir mais células para enviá-las para o sangue e ajuadarem a regerarem o orgão lesionado. O uso do G- CSF exponencializa o número destas células e exerce no entanto efeitos desconhecido que precisam ser elucidados. Estudo experimental recentemente publicado no Cytotherpy 2010;12:909-18 de Delgaudine M e colaboradores corrobora estas perpectivas e coloca o G-CSF como facilitador deste efeito o que coloca o mesmo mais uma vez na linha de seu uso terapeutico nestas condições em decorrencia do reduzido ou de nenhum efeito colateral dele  do seu uso universal área de hematologia e do TCTH.

Milton Artur Ruiz

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Humor nos tempos da terapia celular

dezembro 27, 2010 1 comentário

Para que perder tempo com sangue vamos direto ás celulas-tronco

Milton Artur Ruiz

CategoriasHumor

Duplo Transplante de Células -tronco de cordão umbilical na Leucemia aguda

Imagem da entrada do centro de convenções de Orlando, Fla., USA, local do evento anual da Sociedade de Americana de Hematologia

O duplo Transplante de Células – tronco de cordão umbilical parece ser mais efetivo no tratamento da leucemia aguda. Maior número de células associado a um maior efeito contra a doença evita recaídas e aumenta a chance de cura. Isto alarga o uso do procedimento nestes pacientes.

Os dados foram apresentados no encontro anual da Sociedade Americana de Hematologia em Orlando no mes de dezembro/2010.

Milton Artur Ruiz

CategoriasDoenças

Trauma Raqui Medular – Pesquisa Geron

 

Embryonic Stem Cell Therapy Restores Walking Ability In Rats With Neck Injuries

Imagem do cobaio participante do estudo de tratamento com células-tronco derivadas de Células-tronco embrionárias. O estudo após 2 anos de aprovação pelo FDA iniciou a inserir pacientes no seu trial.

Milton Artur Ruiz

CategoriasTerapia Celular

Esclerose lateral amiotrófica(ELA)

A ELA é uma doença neurodegenerativa fatal e de prognóstico sombrio pois os pacientes não sobrevivem a mais de 3 a 5 anos do seu diagnóstico. Por estes motivos e por não existir tratamento efetivo para aumentar o tempo de vida ou mesmo curar a doença é que se tem procurado tratar estes doentes com terapia celular ou células-tronco. 

Um estudo observacional realizado em Barcelona, Espanha e publicado no último número da Cytotherapy, Revista da Sociedade Internacional de Terapia Celular (ISCT), 2010;12:669-667, revelam que a terapia celular não altera a evolução dos pacientes. Ou seja, não existe nenhum benefício demonstrável nos pacientes que optaram por este tipo de tratamento.

Assim sendo esta opção para os pacientes deve ser no momento encarada especulativa.

Maiores informações: www.informahealthcare.com/cyt   

Milton Artur Ruiz

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